E nem tudo chega a um fim.
Pra começar o que possui inicio duvidoso.
Não é o caso desse blog.
Aliás, esse blog não tem caso é com ninguem.
Por isso ele vai.
Porque não violentou uma mosca nem apaixonou uma moça.
Isto não é um assassinato a sange quente.
É uma prestação de contas com a famíla das palavras doentes jazidas nessas matrizes digitais, nesssa página.
É o último.
A saudade cabe no papel, mas nem com lupa.
A esperança cogita voltar.
Não há condições.
Braços longos levantados, os meus
inclusive.
Adeus.
Saturday, March 14, 2009
Sunday, February 01, 2009
Sonhador
Cobertar a dor,
é como escrever sem tinta, é roubo de cor.
Desperta dor,
Faz traço torto mas não apaga desenho.
E tu que não é ator, mas mente
sorri sem dente e chora sem molhar
Faz janela nesse corre dor
vai que passa dor e traz ar.
Escorre pra onde for
o teu rabisco que de tao grande saiu do papel
Mas não porta dor
Quem quer vida com cheiro,
pega tinta na pele e sangue na tela
ouve o som do horror antes do ouvido
imagina antes da retina,
é sina de sonha dor.
assim é vida com cheiro
as vezes tras tese de dano
mas é muro de
veterano
Compromisso
Nem pensa em tomar chá, esses de sumiço.
Fiz café novo, que não é passado recém.
nesse coração há muito pulso
que de avulso
- nada agora tem.
Vendoisso
Resolvi tirar a venda que esmagava meu bom senso como sujeira de asfalto.
Vendo isso porque me deu um fim antes de um começo bom.
E não há relação que continue a se relacionar
com beijos, na maioria de mal grado,
apenas trocados no ar.
vendo isso porque não faz bombear o bastante
naqo me faz rir sem crime, gritar sem timbre
porque só me deu abraço frouxo e toque distante.
Vendo isso, porque recebi de menos e o recibo pesa
em forma de ilusão que dói
e tristeza atrevida, que infelizmente tem razão para se sentir em casa.
Há uma diferença imensa
entre amar e se amarrar,
e se os dois precisam de corda e tem nós,
prefiro uma paizão que me cegue e seja atroz
que nao consiga me tirar do chão
somente atraves da forca.
Vendo isso, porque só aogra percebi que nunca bem fez, desde o inicio.
ExagEROS
Cobertar a dor,
é como escrever sem tinta, é roubo de cor.
Desperta dor,
Faz traço torto mas não apaga desenho.
E tu que não é ator, mas mente
sorri sem dente e chora sem molhar
Faz janela nesse corre dor
vai que passa dor e traz ar.
Escorre pra onde for
o teu rabisco que de tao grande saiu do papel
Mas não porta dor
Quem quer vida com cheiro,
pega tinta na pele e sangue na tela
ouve o som do horror antes do ouvido
imagina antes da retina,
é sina de sonha dor.
assim é vida com cheiro
as vezes tras tese de dano
mas é muro de
veterano
Compromisso
Nem pensa em tomar chá, esses de sumiço.
Fiz café novo, que não é passado recém.
nesse coração há muito pulso
que de avulso
- nada agora tem.
Vendoisso
Resolvi tirar a venda que esmagava meu bom senso como sujeira de asfalto.
Vendo isso porque me deu um fim antes de um começo bom.
E não há relação que continue a se relacionar
com beijos, na maioria de mal grado,
apenas trocados no ar.
vendo isso porque não faz bombear o bastante
naqo me faz rir sem crime, gritar sem timbre
porque só me deu abraço frouxo e toque distante.
Vendo isso, porque recebi de menos e o recibo pesa
em forma de ilusão que dói
e tristeza atrevida, que infelizmente tem razão para se sentir em casa.
Há uma diferença imensa
entre amar e se amarrar,
e se os dois precisam de corda e tem nós,
prefiro uma paizão que me cegue e seja atroz
que nao consiga me tirar do chão
somente atraves da forca.
Vendo isso, porque só aogra percebi que nunca bem fez, desde o inicio.
ExagEROS
"...Meu bem, não acredito em milagres.mas se acredito em ti, creio em tudo.Voc~e me conquista mesmo quando falta jeito no teu raciocinio lucido apenas para mim.Sabe o que me falta?
Lembrar que existe mais gente no mundo, as vezes parece que meu bom senso está sempre em obras.De hoje em dia tu nao precisa sacar, somente, só.Eu faço poema com o pó que fica quando voce vai embora ate a proxima hora, quando voce volta, arranjo rima.Eu faço riso achar casa quando me dedico a amar as tuas tolices cheias de pretensões complexas.Eu nao quero ser sua parte.nao me aperto para encaixar.Não sou achado e não amo de lado.Mas se nossas pernas sismas em se entrelaçar, mesmo em luigares improprios, acho que ela nao são mais apenas minhas já que não me obdecem pelo caminho a tempos traçado.
Tem terreno extenso esse teu lado escuro?Se falta vida, tenho fatia.
Daonde vem esse olhar apressado, que não prende o momento
e escorre de lado, é fundo só por cima do muro
Se quiser gritar, grita.Não me irrito, voz que é tua eu quero do jeito que for.
se tu quiser corre, ams pra perto de mim, aviso: é melhor.
não tem tropeço, comigo meu bem, tu só dança em festa
a gente faz festa até em dia com promessa de imprestavel
a gente acha motivo até em causa perdida
para se sentir vivo, a gente faz historia e assina embaixo..."
Lembrar que existe mais gente no mundo, as vezes parece que meu bom senso está sempre em obras.De hoje em dia tu nao precisa sacar, somente, só.Eu faço poema com o pó que fica quando voce vai embora ate a proxima hora, quando voce volta, arranjo rima.Eu faço riso achar casa quando me dedico a amar as tuas tolices cheias de pretensões complexas.Eu nao quero ser sua parte.nao me aperto para encaixar.Não sou achado e não amo de lado.Mas se nossas pernas sismas em se entrelaçar, mesmo em luigares improprios, acho que ela nao são mais apenas minhas já que não me obdecem pelo caminho a tempos traçado.
Tem terreno extenso esse teu lado escuro?Se falta vida, tenho fatia.
Daonde vem esse olhar apressado, que não prende o momento
e escorre de lado, é fundo só por cima do muro
Se quiser gritar, grita.Não me irrito, voz que é tua eu quero do jeito que for.
se tu quiser corre, ams pra perto de mim, aviso: é melhor.
não tem tropeço, comigo meu bem, tu só dança em festa
a gente faz festa até em dia com promessa de imprestavel
a gente acha motivo até em causa perdida
para se sentir vivo, a gente faz historia e assina embaixo..."
Saturday, January 24, 2009
Saturday, January 17, 2009
Amatar
Amar ou matar?
o que convém, hein?
atar mais junto
amar de lado sem assunto.
não é demais, eros,
alguns
queros de querer bem.
Mas se na tromba
da noite que se arrasta
-e rasga quem respira a só lá sem sol
Engasga a garganta gasta
-com palavra enlatada de 'eu te amo'
-Arromba!
certidão- feto de medo agente afasta.
Ainda há mar.
a mão tem prosa
mas só pega no que gosta
assim, não pode matar.
o que convém, hein?
atar mais junto
amar de lado sem assunto.
não é demais, eros,
alguns
queros de querer bem.
Mas se na tromba
da noite que se arrasta
-e rasga quem respira a só lá sem sol
Engasga a garganta gasta
-com palavra enlatada de 'eu te amo'
-Arromba!
certidão- feto de medo agente afasta.
Ainda há mar.
a mão tem prosa
mas só pega no que gosta
assim, não pode matar.
Thursday, January 15, 2009
Dicotomia.
Nem da ultima frase que ele despejara no ar, acompanhado de chiados e atropelos faciais, era capaz de lembrar.Sabia que foi há um tempo que se estica na proporção que seu peito pratica autofagia com ritmo cansado, do que sobrou da última paixão dessas que avassalam.Foi de noite ou era dia?Enruga a testa e sabota os olhos entre as bochechas.Talvez no intervalo de ambos, foge o pensamento aliviado. Se chovia ou o tempo estava morno desses assemelhados a buracos negros do calendário, se partira no ápice da euforia viajante que as vezes o visitava, ou em momento de razão reluzente retocado as milímetros o plano, se deixara uma carta, quebrara um pratos ou simplesmente desapareceu dos arredores daquele kitnet no Partenon- não tinha resposta.Não verdade o que tinha naquele momento se resume basicamente em um laço de tempo não preenchido, uma memória rasa e um estômago embrulhado a ponto tal que chegava bem perto de um nível estranho de mutação fisiológica.
Foi ao tatear a cama, com braçadas aleatórias, órfãs de alvo- que não encontraram absolutamente nada que ronca, fala ou geme- quando primeiro começou a dar-se conta dos fatos que ocorreram.Na verdade de um apenas.Ele fora embora.Onde estava?Já com duvida seqüestrando a tranqüilidade, foi no tradicional café que percebera sua ausência definitiva.Já era cedo mais pra tarde da manhã e ele não estava pronto e a casa jazia a vida matinal.Isso de perto explicava a sensação de frio sentida naquela noite quente.Moldará ela os fatos desse jeito ou eles se esculpiram com martelo próprio?Viu tudo acontecer de camarote ou contracenou com presença forte as mentiras, por parte patrocinadas por hormônios descontrolados, por resto de um temperamento delirante, que o fizeram partir?Então ele se foi?Mandou-se.Nem um hasta.Um pedido clichezado de tempo.Derrepente, nas tentativas desajeitadas comprovadoras da sua prática de cozinha que não apenas a faltava, não apareceu, pior, era inexistente, deixara os ovos irem ao chão em uma tentativa sem jeito de dourados por inteiro na frigideira.E ali, diante daquela dupla protagonista das refeições matinais, cairia enfim na real.Somente uma criatura habitava aquelas paredes.Estava sozinha.Palavra que dá dó essa.Não faz música dessas que alimenta baila até fim de noite.Não dá vida a nenhum dia.No piso frioo, que contaminava seus pés postos sobre a cozinha recém comprada, mas não paga, com fotos que agora voltam a mera condição de apenas papéis especiais apenas pela moldura barata, fitando a janela que deixava o dia se exibir lindo, um pânico momentâneo cobriu a pele aquela antes tão abastada.Com os ovos desmanchados, dilacerados sobre o chão, lembrou da viagem de tempos antes que fizeram ao interior, dos dentes brancos dele que entre a lingua a acalmava quando o mapa de nada servia para reencontrar a estrada.Ah!Ele a acalmava como ninguém!Aquele peito em alto relevo acompanha de voz sábia, por sabe a hora certa de não aparecer, eram temidos pelos piores problemas pela sua alta capacidade faze-los desaparecer.Procurou uma cadeira para sentar antes que a tontura a convencesse a optar pelo chão.Como não lê,brava de sua ausência!Tentou recapitular as horas.Parecia que ela não o via a semanas.Agora já estava sentada.Lembrou de um jantar, sim provavelmente o ultimo momento me que se virão.Seu flashback para quando ele diz que vai ao banheiro.Será que ele nunca voltou de lá?Aproveitou a desculpa de uma bexiga atrofiada para fugir com a garçonete mulata que nem consegui andar sem roçar as pernas.No dia anterior, tomou uns chopes a mais com uma amiga em um happy hour que a fez perder as horas.Acordara naquela cama, avulsa, comoo uma qualquer jogada no mundo por desatino divino, que nem tempo teve para bolar um grande plano ou uma amorosa alma para ajuda-la a ultrapassar essa fase de ser mortal.Imaginou a sua cabeça como um grande palco vazio.Lupa que fosse encontraria migalha de sonho ou prova de felicidade dentro daquela caixola.Aqueles rasculhos de projetos prosperos que sempre ficavam para depois, adicionados com os futuros feitos tardados pelo passar dos anos desapareceram sem deixar substitutos ao peso.Os baldes de lágrimas derramados e as dores abdominas criadas em risos em desparate pareciam tão sem sentido e porquês.Lembrou de respirar.Pensou demais coisas em tempo de menos.Ela não poderia viver sem ele.Ou poderia?Desesperos multiplicados pelos segundos que não desistiam de demonstrar o tempo perdido.Não havia nada o que fazer, desde pequena seu orgulho era a característica que mais sobressaia no seu nome.Trancou o ar no peito por uma faixa de tempo, para se assegurar que ainda tinha algo sobre controle.Com olhos de aceitação procurou a garrafa de vodka no balcão.No mesmo tempo em que ouviu a porta sendo aberta, encontrou o bilhete que ele escrevera:
“Sai para comprar pão.”
Fez o que devia fazer.Abriu a garrafa e fingiu que não sabia contar doses.O sonho estava tão bom.Com a bebida na boca, tentou também arranjar palavras de despedida para a mesma.Ela o queria Longe e só.Queria que desaparecesse e não desse trabalho.Sumisse.Exaurisse.A deixasse as traças ou na rua da amargura tanto faz.Não via a hora de dar seqüência a sua dieta de carboidratos, de ter uma depressão afundada em chocolate.Uma cama vazia.Uma tristeza, uma azia.Enfim, vida.
Foi ao tatear a cama, com braçadas aleatórias, órfãs de alvo- que não encontraram absolutamente nada que ronca, fala ou geme- quando primeiro começou a dar-se conta dos fatos que ocorreram.Na verdade de um apenas.Ele fora embora.Onde estava?Já com duvida seqüestrando a tranqüilidade, foi no tradicional café que percebera sua ausência definitiva.Já era cedo mais pra tarde da manhã e ele não estava pronto e a casa jazia a vida matinal.Isso de perto explicava a sensação de frio sentida naquela noite quente.Moldará ela os fatos desse jeito ou eles se esculpiram com martelo próprio?Viu tudo acontecer de camarote ou contracenou com presença forte as mentiras, por parte patrocinadas por hormônios descontrolados, por resto de um temperamento delirante, que o fizeram partir?Então ele se foi?Mandou-se.Nem um hasta.Um pedido clichezado de tempo.Derrepente, nas tentativas desajeitadas comprovadoras da sua prática de cozinha que não apenas a faltava, não apareceu, pior, era inexistente, deixara os ovos irem ao chão em uma tentativa sem jeito de dourados por inteiro na frigideira.E ali, diante daquela dupla protagonista das refeições matinais, cairia enfim na real.Somente uma criatura habitava aquelas paredes.Estava sozinha.Palavra que dá dó essa.Não faz música dessas que alimenta baila até fim de noite.Não dá vida a nenhum dia.No piso frioo, que contaminava seus pés postos sobre a cozinha recém comprada, mas não paga, com fotos que agora voltam a mera condição de apenas papéis especiais apenas pela moldura barata, fitando a janela que deixava o dia se exibir lindo, um pânico momentâneo cobriu a pele aquela antes tão abastada.Com os ovos desmanchados, dilacerados sobre o chão, lembrou da viagem de tempos antes que fizeram ao interior, dos dentes brancos dele que entre a lingua a acalmava quando o mapa de nada servia para reencontrar a estrada.Ah!Ele a acalmava como ninguém!Aquele peito em alto relevo acompanha de voz sábia, por sabe a hora certa de não aparecer, eram temidos pelos piores problemas pela sua alta capacidade faze-los desaparecer.Procurou uma cadeira para sentar antes que a tontura a convencesse a optar pelo chão.Como não lê,brava de sua ausência!Tentou recapitular as horas.Parecia que ela não o via a semanas.Agora já estava sentada.Lembrou de um jantar, sim provavelmente o ultimo momento me que se virão.Seu flashback para quando ele diz que vai ao banheiro.Será que ele nunca voltou de lá?Aproveitou a desculpa de uma bexiga atrofiada para fugir com a garçonete mulata que nem consegui andar sem roçar as pernas.No dia anterior, tomou uns chopes a mais com uma amiga em um happy hour que a fez perder as horas.Acordara naquela cama, avulsa, comoo uma qualquer jogada no mundo por desatino divino, que nem tempo teve para bolar um grande plano ou uma amorosa alma para ajuda-la a ultrapassar essa fase de ser mortal.Imaginou a sua cabeça como um grande palco vazio.Lupa que fosse encontraria migalha de sonho ou prova de felicidade dentro daquela caixola.Aqueles rasculhos de projetos prosperos que sempre ficavam para depois, adicionados com os futuros feitos tardados pelo passar dos anos desapareceram sem deixar substitutos ao peso.Os baldes de lágrimas derramados e as dores abdominas criadas em risos em desparate pareciam tão sem sentido e porquês.Lembrou de respirar.Pensou demais coisas em tempo de menos.Ela não poderia viver sem ele.Ou poderia?Desesperos multiplicados pelos segundos que não desistiam de demonstrar o tempo perdido.Não havia nada o que fazer, desde pequena seu orgulho era a característica que mais sobressaia no seu nome.Trancou o ar no peito por uma faixa de tempo, para se assegurar que ainda tinha algo sobre controle.Com olhos de aceitação procurou a garrafa de vodka no balcão.No mesmo tempo em que ouviu a porta sendo aberta, encontrou o bilhete que ele escrevera:
“Sai para comprar pão.”
Fez o que devia fazer.Abriu a garrafa e fingiu que não sabia contar doses.O sonho estava tão bom.Com a bebida na boca, tentou também arranjar palavras de despedida para a mesma.Ela o queria Longe e só.Queria que desaparecesse e não desse trabalho.Sumisse.Exaurisse.A deixasse as traças ou na rua da amargura tanto faz.Não via a hora de dar seqüência a sua dieta de carboidratos, de ter uma depressão afundada em chocolate.Uma cama vazia.Uma tristeza, uma azia.Enfim, vida.
Tuesday, January 06, 2009
desenrola o cigarro, mas não manda pro ralo
o que é teu eu me agarro
esparramo-me no nome que amo
chamada a cobrar com fala desesperada merece mais do que perfume de travesseiro.
como arde.Beijo timido não é ar de fazer voar.
E olha que não quero ir ao ar,quero ficar.
arrasa a asa e me arasta,
o que é besta a gente castra
dá um basta no que passa
e não marca
que a barca já voltou e clama .
Está a caça.
o que é teu eu me agarro
esparramo-me no nome que amo
chamada a cobrar com fala desesperada merece mais do que perfume de travesseiro.
como arde.Beijo timido não é ar de fazer voar.
E olha que não quero ir ao ar,quero ficar.
arrasa a asa e me arasta,
o que é besta a gente castra
dá um basta no que passa
e não marca
que a barca já voltou e clama .
Está a caça.
Sunday, December 28, 2008
Póema em fuga
Comprei um chapéu de aba grande hoje.
Não adiantou.
A poesia que vinha sem vinho aos montes
dos montes
mais distantes,
agora morre seca na praia.
A caneta só é bonita quando a tinta é sangue.
No meu café tem sodacáustica, mas essas lágrimas eu não pedi.
Abaixo dos meus pés,
descubro em mim e ti
lama e mangue.
Nem dá pra culpar o mau tempo
O movimento ou a falta de um vento
mais quente aqui para o sul.
É a raiz, sim
o prefácio e o pacote inteiro
Essa coisa de ser feliz
está me deixando demente
(muita comida pra pouco dente)
E a palavra
que faz casa na carne
é a que mais sente.
Subscribe to:
Posts (Atom)